Saiu no REDE JORNAL CONTÁBIL.
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É muito comum observarmos mulheres competentes, empoderadas, inteligentes e, até mesmo, mulheres que já ocupam cargos de poder e que já exercem uma grande influência na sociedade, fugirem da responsabilidade de falar em público ou alegarem despreparo, nervosismo e ansiedade no ato da fala.
“Existem três elementos cruciais para entender esse fenômeno na vida das mulheres, por onde também poderemos construir as alternativas de superação e de libertação delas”, conta Sirley Maciel, analista comportamental e escritora.
O primeiro está associado à condição da fala feminina, considerada social, cultural e historicamente, como uma fala de segunda ordem. Nos dias de hoje, mesmo ocupando cargos de chefias, de liderança e de destaque na sociedade, as mulheres não consideram esses espaços como seus. Elas alegam se sentirem radiografadas, julgadas, observadas e analisadas.